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Ponte Estaiada

SOBRE O SSP

Logo do Sinodo de São Paulo

O Sínodo de São Paulo (SSP) foi estabelecido em 21 de julho de 1963. Trata-se da assembleia composta por ministros e presbíteros que representam os Presbitérios de uma determinada região, conforme designado pelo Supremo Concílio. Compete ao Sínodo: a) organizar, disciplinar, fundir, dividir e dissolver Presbitérios; b) resolver dúvidas e questões que subam dos Presbitérios; c) superintender a obra de evangelização, de educação religiosa, o trabalho feminino e o da mocidade, bem como, as instituições religiosas, educativas e sociais, no âmbito sinodal, de acordo com os padrões estabelecidos pelo Supremo Concílio; d) designar ministros e comissões para a execução de seus planos; e) executar e fazer cumprir suas próprias resoluções e as do Supremo Concílio; f) defender os direitos, bens e privilégios da Igreja; g) apreciar os relatórios e examinar as atas dos Presbitérios de sua jurisdição, lançando nos livros respectivos as observações necessárias; h) responder as consultas que lhe forem apresentadas; i) propor ao Supremo Concílio as medidas que julgue de vantagem geral para a Igreja. (Art. 94 da CI-IPB)

ORGANIZAÇÃO

O Sínodo de São Paulo é formado pelas Igrejas e Congregações do Presbitérios Bandeirantes, Cotia, Oeste Paulistano, Pinheiros e São Paulo. 

Para saber mais sobre as igrejas e congregações, clique aqui

Ponte Estaiada

COMISSÃO EXECUTIVA 2025-2027

Rev. Gildasio Reis

Presidente

Rev. Jonatas Miranda

1º Secretário

Rev. Samuel Ribeiro

Vice-Presidente

Rev. Flávio Dantas

2º Secretário

Presb. Tiago Mavichian

Sec. Executivo

Presb. José Hintze Jr.

Tesoureiro

Tribunal de Recursos do Sínodo de São Paulo

Presidente: Rev. Divino José de Camargo
Secretário: Presb. Gabriel Penha Verde

TITULARES:
Rev. Jonas Cunha
Rev. Samuel Ribeiro
Rev. Edinaldo Almeida
Presb. Calebe de Oliveira Cunha
Presb. Eliseu
Presb. Gabriel Lenha Verde

SUPLENTES:
Rev. Valdênio
Rev.  Riwillis Xavier
Rev. David Brito de Cerqueira
Rev. Flavio Dantas
Presb. Célio Martins
Presb. Laércio Leonardo da Silva.

Ponte Estaiada

IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

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Logo da Igreja Presbiteriana do Brasil

IPB

A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas que têm em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.

história

do presbiterianismo

As origens históricas mais remotas do presbiterianismo remontam aos primórdios da Reforma Protestante do século XVI. Como é bem sabido, a Reforma teve início com o questionamento do catolicismo medieval feito pelo monge alemão Martinho Lutero (1483-1546) a partir de 1517. Em pouco tempo, os seguidores desse movimento passaram a ser conhecidos como “luteranos” e a igreja que resultou do mesmo foi denominada Igreja Luterana.

REV. ASHBEL

green simonton

Ashbel Green Simonton (1833-1867), o fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil, nasceu em West Hanover, no sul da Pensilvânia, e passou a infância na fazenda da família, denominada Antigua. Eram seus pais o médico e político William Simonton e D. Martha Davis Snodgrass (1791-1862), filha de um pastor presbiteriano. Ashbel era o mais novo de nove irmãos. Os irmãos homens (William, John, James, Thomas e Ashbel) costumavam denominar-se os "quinque fratres" (cinco irmãos). Um deles, James Snodgrass Simonton, quatro anos mais velho que Ashbel, viveu por três anos no Brasil e foi professor na cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro. Uma das quatro irmãs, Elizabeth Wiggins Simonton (1822-1879), conhecida como Lille, veio a casar-se com o Rev. Alexander Latimer Blackford, vindo com ele para o Brasil.

IMPLANTAÇÃO

IPB (1859-1869)

O surgimento do presbiterianismo no Brasil resultou do pioneirismo e desprendimento do Rev. Ashbel Green Simonton (1833-1867). Nascido em West Hanover, na Pensilvânia, Simonton estudou no Colégio de Nova Jersey e inicialmente pensou em ser professor ou advogado. Influenciado por um reavivamento em 1855, fez a sua profissão de fé e, pouco depois, ingressou no Seminário de Princeton. Um sermão pregado por seu professor, o famoso teólogo Charles Hodge, levou-o a considerar o trabalho missionário no estrangeiro. Três anos depois, candidatou-se perante a Junta de Missões da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, citando o Brasil como campo de sua preferência. Dois meses após a sua ordenação, embarcou para o Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em 12 de agosto de 1859, aos 26 anos de idade.

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Mais sobre a IPB

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